Unidos da Tijuca

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Giovanna Justo

 

 

Giovanna Justo, nascida e criada no Morro da Mangueira, começou a desfilar ainda criança na ala mirim sob os cuidados de Dona Neuma, baluarte mangueirense e peça fundamental na história da escola. Aos 13 anos se tornou porta-bandeira mirim da ala comandada pelo professor Dalmo José, com quem aprendeu a dar seus primeiros passos e quando ganhou seu primeiro Estandarte de Ouro, o de melhor ala de casais mirins, em 1986. Aos 15 anos, por obrigatoriedade da idade, saiu da ala e começou sua vida profissional, ganhando experiência em agremiações como Paraíso do Tuiuti, Vila Rica e Flor da Mina do Andaraí. Determinada e mais experiente, Giovanna retornou à Mangueira, desfilando como componente da escola. Em 1990, recusou assumir o cargo de primeira porta-bandeira, ano em que seu pai ocupava a cadeira de vice-presidente, achando que não seria reconhecida por seu trabalho e preferiu continuar trilhando seu próprio caminho. Aos 18 anos, assumiu o posto de primeira porta-bandeira, fazendo par com seu inseparável mestre-sala Marquinho e acumulando muitas notas 10. Ganhou o Estandarte de Ouro em 2004. Giovanna é hoje uma das mais aclamadas porta-bandeiras do cenário do samba, sendo eleita melhor porta-bandeira em 2009 pelo jornal O Dia.

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