Unidos da Tijuca

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A Tijuca e a Sapucaí: Uma relação de amor

Por Eliane Lorca, em 20 de fevereiro às 12h30

As Joias do Alquimista

Desde o século III a.C. que os alquimistas são vistos como magos, misteriosos homens capazes de criar a pedra filosofal, elemento que poderia transformar qualquer material em ouro. Esse imaginário atravessa a história e chega até o limiar dos tempos modernos, na passagem para a Revolução Industrial. Nessa época, está o último alquimista, conhecido por Conde de Cagliostro, uma figura polêmica que fascina artistas, escritores, músicos e cineastas, inspirando grandes obras e alimentando o imaginário de muitas gerações. Ele ficou conhecido, nos salões da corte e em suas apresentações mundo afora, como o grande mago que detinha o segredo de produzir diamantes a partir da alquimia. Mestre-sala e porta-bandeira são as joias do alquimista. Serão verdadeiras? 18 magos, representando o imaginário popular sobre os alquimistas, detêm o poder da transformação. Esses guardiões protegem a evolução do primeiro casal e o segredo das joias.







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